O Governo sul-africano defendeu esta terça-feira (17) que África não deve escolher entre industrialização e descarbonização, mas sim continuar com ambas em estabilidade, usando os recursos disponíveis no continente — entre eles, o gás de Moçambique, realçado uma vez que um dos pilares para prometer virilidade atingível e impulsionar o desenvolvimento poupado.
A posição foi apresentada pelo ministro da Electricidade e Virilidade da África do Sul, Kgosientsho Ramokgopa, durante o seu oração de lisura no Fórum Africano da Virilidade 2025, realizado na Cidade do Cabo. “Não aceitaremos o falso dilema entre descarbonização e industrialização. A transição energética deve estribar, e não travar, as aspirações africanas”, frisou o governante.
Ramokgopa recordou que 600 milhões de africanos continuam sem aproximação à electricidade, situação que a Agenda 2063 da União Africana quer inverter, garantindo cobertura universal até 2063 e, numa meta intermédia, levar electricidade a mais 300 milhões de pessoas até 2030.
Para saber estes objectivos, o ministro sublinhou o potencial de fontes renováveis uma vez que a hídrica e a solar, mas reforçou que o gás originário de Moçambique e da Namíbia será crucial uma vez que virilidade de transição, capaz de prometer segurança de fornecimento enquanto se expande a capacidade de produção limpa.
Kgosientsho Ramokgopa, ministro da Electricidade e Virilidade da África do Sul.
O representante do Governo sul-africano criticou a sujeição excessiva de financiamento extrínseco e defendeu estratégias de investimento integradas nos planos de desenvolvimento nacionais, muito uma vez que uma maior integração das redes eléctricas regionais, de modo a reduzir custos e permitir que países de menor dimensão, uma vez que Moçambique, maximizem o seu potencial de exportação energética.
“Se forem adoptadas as reformas certas, África pode tornar-se um núcleo energético global, combinando industrialização sustentável com fontes limpas. Para isso, precisamos de coordenação regional, legislação harmonizada e modelos de financiamento híbridos que tornem os projectos viáveis”, sublinhou Ramokgopa.
No caso de Moçambique, o papel de fornecedor de gás originário e a capacidade de expandir projectos de energias renováveis colocam o País numa posição estratégica para contribuir para a meta de electrificação universal, uma prioridade partilhada por vários Estados-membros da União Africana.
O Fórum Africano da Virilidade 2025 reuniu Governos, empresas e parceiros de cooperação para debater soluções conjuntas para açodar o aproximação à virilidade e a transição verdejante em toda a região.
Nascente: Engineering News
Painel