A Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares (ADIPA) identifica na geração de uma secretaria de Estado com responsabilidade sobre o transacção, um “sinal positivo e promissor” para “as milhares de empresas e de trabalhadores do setor.


Num transmitido, enviado esta segunda-feira às redações, a ADIPA, que representa perto de 300 empresas, entre grossistas e retalhistas do nutrir, com um universo de aproximadamente 2.000 supermercados, as quais empregam mais de 20 milénio trabalhadores e faturam 6.000 milhões de euros ao ano, aponta que esta decisão “reforça a valor políticas públicas dedicadas ao setor, que contribuam para a sua modernização,  sustentabilidade e competitividade”.


“Saudamos esta medida com satisfação. É uma resposta clara a uma das nossas principais reivindicações e um reconhecimento do peso poupado e social do setor do transacção”, diz o secretário-geral da ADIPA.


.”Agora, é tempo de olhar em frente e enfrentar os desafios estruturais: desde a valorização do transacção independente e da distribuição nutrir pátrio até à transição do dedo, à renovação geracional e à simplificação administrativa que as empresas tanto precisam”, complementa Luís Brás, citado na mesma nota.


 Fundada há precisamente 50 anos, a ADIPA é membro da Confederação do Transacção e Serviços de Portugal (CCP) que, logo posteriormente ser conhecida a orgânica do primeiro Governo liderado por Luís Montenegro, em abril de 2024, criticou “a situação historicamente inédita da não inclusão do Transacção e Serviços na lista das secretarias de Estado”, falando mesmo num “retrocesso”.  


Esta segunda-feira, a CCP também se congratulou com o facto de Luís Montenegro ter renovado a estrutura que eliminou posteriormente ter chegado ao poder, com a geração da secretaria de Estado do Turismo, Transacção e Serviços, incluída no novo “superministério” da Economia e da Coesão Territorial, que fica sob a liderança de Pedro Machado. “Existem agora condições para um séquito mais regular das questões do transacção em Portugal”, afirmou o presidente, João Vieira Lopes.


João Vieira Lopes, também citado numa nota. fez o glosa no contexto da durante a convenção “Cá é Fresco”, que decorre em Aveiro, ao notar que figura porquê “o primeiro caso público do setor a descrever com a presença do secretário de Estado”. A rede “Cá é Fresco”, detida pela Unimark, cooperativa de grossistas e retalhistas de produtos de grande consumo, da qual é diretor-geral, reúne um universo de 700 lojas de proximidade independentes, supermercados e minimercados.


A ADIPA e a CCP juntam-se assim à Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) que também já tinha assinalado ver com “enorme satisfação e expectativa” o retorno de uma secretaria de Estado dedicada ao transacção à orgânica do Governo.

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