Há alguns anos, existia um consenso global abrangente sobre o negócio: quanto mais livre, melhor. Exclusivamente os economistas “cromos” passavam sobejo tempo a debater-se sobre os detalhes da política mercantil, e os grupos de interesses especiais eram praticamente os únicos a tutelar proteções. No universal, as tarifas eram relativamente baixas, a maioria dos governos procurava atrair investimento estrangeiro e as transferências de tecnologia eram vistas porquê uma forma de disseminar a prosperidade. Já não é assim.

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