A campanha das grandes promoções da “Black Friday” — que dá o tiro de partida da época alta do comércio, que tem o “pico” no Natal e termina no Dia de Reis, a 6 de janeiro — faz-se ver e ouvir em anúncios por todo o lado: ganha forma em cartazes nas lojas, em chamarizes nos sites ou na tradicional publicidade nas televisões. À luz da tradição norte-americana, a Black Friday assinala-se no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças — ou seja, a 28 de novembro —, mas nos últimos anos, sobretudo com a pandemia, generalizaram-se promoções mais alargadas no tempo — tanto que há ofertas que começaram ainda nos últimos dias de outubro. Os descontos da época ficaram mais espaçados no calendário, mas nem por isso deixam de implicar quase um exercício de malabarismo. E não é apenas o retalho que se desdobra para dar resposta à azáfama das compras do fim de ano. A montante e a jusante há também todo um reforço operacional. É o caso dos transportes e da logística — um eixo central da cadeia — em que a antecipada “loucura” das encomendas obriga a rever tudo em alta: das frotas, às rotas, aos trabalhadores.

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