Há paralelos inquietantes entre o que aconteceu à Nokia e o que hoje se passa com a Google. Ambas as empresas dominaram as suas indústrias durante mais de uma década, ambas foram pioneiras tecnológicas, e ambas se viram confrontadas com uma mudança de paradigma que parecia, à partida, perfeitamente controlável. A Nokia foi pioneira nos smartphones antes de a Apple os popularizar; a Google lidera a inteligência artificial há mais de dez anos, muito antes de a OpenAI e outros novos atores captarem a atenção global. Mas tal como a Nokia não percebeu a tempo que o iPhone não era apenas um novo telefone, a Google pode estar a subestimar o que a IA generativa representa para o seu próprio modelo de negócio.

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