
Os preços a aplicar pelos CTT em 2026 vão subir em média 6,20% a partir desta segunda-feira, sendo de quatro cêntimos o aumento do serviço de correio normal nacional com peso até 20 gramas, segundo um despacho publicado em Diário da República. Nos termos do despacho n.º 14210/2025 – datado de dia 21 de dezembro e assinado pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz -, os novos preços a praticar nos serviços postais que integram a oferta do serviço universal entram em vigor a partir desta segunda-feira, dia 2 de fevereiro. Em proposta dos CTT de atualização dos preços para 2026, a praticar no âmbito da prestação do serviço postal universal, foi enviada à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) em 21 de outubro passado. Em 19 de novembro, o regulador remeteu um relatório com análise desta proposta ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, que a aprovou por estar em conformidade com os princípios da Lei Postal e com os critérios estabelecidos no Convénio de preços para o triénio 2026-2028. Segundo o relatório da Anacom, a nova tabela dos CTT prevê um aumento de quatro cêntimos do preço para o serviço de correio normal nacional, com peso até 20 gramas, pago através de selos e franquias nos estabelecimentos postais, estando em conformidade com o estabelecido no Convénio. O regulador concluiu ainda que os preços para os serviços elementares não registam variações médias anuais superiores a 15%, pelo que, tratando-se do primeiro ano do Convénio 2026-2028, é cumprido o limite de 30% para as variações acumuladas. Da análise feita pela Anacom resultou também que os preços notificados pelos CTT resultam numa variação média anual de 6,20%, estando em conformidade com a variação máxima anual para 2026 e o princípio da uniformidade tarifária previstos no Convénio, assim como com os princípios da acessibilidade a todos os utilizadores e da orientação para os custos estabelecidos na Lei Postal. Guy Pacheco escolhido como sucessor de João Bento na liderança dos CTT Guy Pacheco, atual CFO dos CTT, vai ser proposto como CEO da empresa e sucessor de João Bento, que deixa o cargo no final do mandato em 30 de abril, anunciou o grupo numa comunicação ao mercado. oão Bento, que completou 65 anos, decidiu, por motivos pessoais, terminar a sua carreira executiva no final do atual mandato do conselho de administração dos CTT, encerrando funções na próxima Assembleia Geral Anual, em 30 de abril, indicou a sociedade à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). De acordo com a mesma nota, um grupo de acionistas, incluindo o Grupo Manuel Champalimaud, Indumenta Pueri, Greenwood Investors e Grupo Sousa, vai propor que Guy Pacheco seja eleito como CEO na próxima Assembleia Geral Anual e João Sousa como CCO (‘chief commercial officer’) para o mandato 2026-28. Foi também selecionado um novo CFO (administrador financeiro) que será “comunicado oportunamente, assim assegurando-se a adequada transição na liderança financeira”. “A comissão executiva dos CTT manterá assim um núcleo de executivos responsáveis pela definição e execução da estratégia dos dois últimos mandatos”, destacou o grupo. Os três executivos irão ser propostos para eleição na próxima Assembleia Geral Anual para o mandato 2026-28 pelo grupo de acionistas, destacou a empresa. Leia Também: Recebe subsídios ou pensões? Confira as datas de pagamento de fevereiro
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