
A associação “está a acompanhar de perto a situação das empresas dos setores da restauração e similares e do alojamento turístico atingidas por esta intempérie”, disse em comunicado. Segundo a entidade, “em muitos territórios, estes estabelecimentos são estruturas essenciais de apoio à vida local e à economia regional, pelo que os danos sofridos representam perdas empresariais, assim como impactos sociais e territoriais relevantes”. Através da sua rede de delegações regionais, a associação está “a recolher informação sobre os prejuízos registados e as necessidades mais urgentes das empresas afetadas”, e mantém contacto com entidades regionais e nacionais para avaliar medidas de apoio aos territórios atingidos. A AHRESP apela ainda para o “cumprimento rigoroso das orientações das autoridades por parte de residentes e visitantes, reforçando a importância da segurança neste momento”. A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causou cinco mortos e vários desalojados. Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa. Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal. A Proteção Civil está em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente. Leia Também: Escolas fechadas até domingo em Ansião onde há “rasto de destruição”
Painel