No ano passado, mais de 31% dos desempregados colocados pelos centros de emprego do IEFP eram estrangeiros, mostram os dados revelados pelo jornal Público.


Por setores, nas atividades imobiliárias e administrativas, quase metade – 49,6% – dos desempregados colocados eram estrangeiros, a maioria brasileiros ou pessoas vindas de outros países de língua oficial portuguesa (PALOP).


Na agricultura, 40,3% dos desempregados integrados nas explorações e nas empresas no setor também eram imigrantes, embora aqui predominem pessoas vindas de países fora da Europa.


No alojamento e restauração, os estrangeiros representavam 34,4% das colocações, com destaque para os trabalhadores oriundos do Brasil e de outros PALOP.


De acordo com o diário, os números refletem o forte aumento do número de estrangeiros a residir em Portugal, mas também que há empresas cada vez mais dependentes dos imigrantes para responder à escassez de mão-de-obra.

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