“Se o setor encontrar um gargalo na vossa indústria, todas as medidas fiscais morreram na praia, todos os incentivos que estamos a criar, toda a visão e financiamento que encontrámos vai morrer na praia, porque gargalo da indústria de cimento não permitiu”, declarou Pinto Luz. O ministro apontou que o setor conta com 9 mil milhões de euros de investimento público, 150 mil fogos financiados pelo Orçamento do Estado, pelo Banco Europeu de Investimento e por fundos europeus, mas que “paralelamente tem uma visão de que o Estado por si não consegue resolver o problema da habitação”. Pinto Luz enumerou por isso as medidas fiscais que o executivo aplicou, que apelidou de um “choque fiscal”, apontando que quase existe uma “ausência total de fiscalidade no sentido de incentivar o setor”. Leia Também: Tribunal de Contas dá parecer positivo à conta da Assembleia da República

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