A Zona de Cooperação Aprofundada, com cerca de 106 quilómetros quadrados foi lançada pelo Governo Central chinês em 2021, na vizinha Hengqin (ilha da Montanha) em 2021, para apoiar a diversificação económica e a integração de Macau no resto da China. As novas medidas significam que “o período em que os residentes de Macau se encontrem na Zona de Cooperação será considerado como tempo de permanência na RAEM (Região Administrativa Especial de Macau)”, declarou em conferência de imprensa o porta-voz do Conselho Executivo, Wong Sio Chak. Neste momento, estão previstas apenas exceções para residentes na Zona de Cooperação com base em “razões humanitárias ou outras devidamente fundamentadas”. Após a alteração legislativa, as candidaturas passam a ser analisadas e aprovadas pelo Conselho de Administração do Fundo de Segurança Social, “agilizando assim os procedimentos administrativos”, afirmou a presidente deste conselho, Chan Pou Wan. Chan acrescentou que, no ano passado, 2.341 indivíduos a viverem, estudarem ou trabalharem na zona económica especial candidataram-se e receberam o subsídio do regime central de previdência. A proposta de lei prevê ainda o alargamento do reconhecimento dos atestados médicos – necessários para requerer subsídios de doença da segurança social – emitidos na Zona de Cooperação Aprofundada. Wong Sio Chak afirmou que o objetivo da lei é proporcionar “condições mais favoráveis ​​ao prosseguimento de estudos, emprego e empreendedorismo, bem como para viver na Zona de Cooperação, criando um ambiente propício para viver e trabalhar tendencialmente semelhante ao de Macau”. A proposta de lei vai ser agora enviada para a Assembleia Legislativa, o parlamento de Macau, para apreciação. Leia Também: Igualdade e balanço essenciais para natalidade em Macau

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