O estudo foi coordenado pela Universidade Nova de Lisboa e contou com a colaboração da Universidade do Minho, da Universidade Católica Portuguesa, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Universidade Europeia, da Universidade da Beira Interior, da Universidade de Coimbra, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O Livro Branco sobre Inteligência Artificial no Jornalismo, que será apresentado publicamente às 15:00, é financiado pelo European Media and Information Fund, sob gestão da Fundação Calouste Gulbenkian, e coordenado pela NOVA FCSH. O documento pretende servir de base para a definição de políticas públicas e estratégias editoriais que garantam que a integração da IA ​​nas redações decorre de forma ética, transparente e orientada para o interesse público. Este é o primeiro estudo de âmbito nacional dedicado a avaliar a adoção de Inteligência Artificial nos media portugueses. O Plano de Ação para a Comunicação Social (PACS), anunciado há mais de um ano, incluía nas suas medidas o Livro Branco sobre Inteligência Artificial aplicada ao jornalismo. Leia Também: IA? É preciso fazer “muito mais” em termos de literacia

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