
O Citigroup obteve lucros de 14.306 milhões de dólares (12.282 milhões de euros) em 2025, uma subida de 13% em termos homólogos As receitas da instituição cresceram 6%, para 85.225 milhões de dólares (73.158 milhões de euros), enquanto a margem financeira — a diferença entre os juros cobrados nos créditos e as remunerações dos depósitos — cresceu 11% para 59.792 milhões de dólares (51.313 milhões de euros). Os custos de operação também subiram, em 3%, para 55.132 milhões de dólares (47.306 milhões de euros), enquanto o valor dedicado a provisões cresceu 2%, para 10.265 milhões de dólares (8.808 milhões de euros). “2025 foi um ano de progresso significativo, demonstramos que os investimentos que estamos a fazer estão a impulsionar um forte crescimento das receitas”, apontou a presidente executiva, Jane Fraser, num comunicado. Fraser destacou ainda que o Citigroup terminou o ano com um rácio CET1 de 13,2%, “160 pontos base acima dos requisitos”, e que no ano passado apresentou receitas recorde e um bom desempenho nas suas cinco áreas de negócio. O negócio dos serviços representou um lucro de 7.075 milhões de dólares (subida de 9%) e o dos mercados uma receita líquida de 5.855 milhões de dólares (mais 19%). O lucro do negócio de banca avançou 53%, para 2.329 milhões de dólares, o de gestão de riqueza 49%, para 1.490 milhões de dólares, e o de banca pessoal nos EUA 124% para 3.097 milhões de dólares. As restantes áreas representaram um prejuízo de 4.458 milhões de dólares, 83% acima do verificado em 2024. As operações relacionadas com a Rússia tiveram um impacto de 1.123 milhões de dólares nos resultados líquidos do grupo.
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