
“A nossa prioridade na área de Lisboa é resolver o problema do Metro”, afirmou o responsável, num encontro com os jornalistas, em Lisboa. “Temos o contrato para o novo sistema, que esperamos que esteja pronto até o final de 2026, mas ainda assim queremos implementar uma solução temporária para as linhas azul e verde, o que é muito importante”, prosseguiu. “Gostaríamos de passar esta mensagem para a nova gestão do Metro de Lisboa”, que é liderada por Cristina Vaz Tomé, “para que talvez eles possam nos ajudar, e não apenas a nós, mas também aos consumidores que já nos escolheram e precisam de cobertura no metro”, salientou Valentin Popoviciu. Este “é um dos principais objetivos para 2026 para o desenvolvimento da rede móvel na região de Lisboa. Além disso, como disse Emil (Grecu, CEO da Digi Portugal), estamos a avançar num ritmo acelerado com a rede”, acrescentou. A Digi diz que tem registado dificuldades em instalar-se no Metro de Lisboa. “Tivemos acesso à linha vermelha em dezembro” e também à amarela, pelo que temos “duas linhas” do metro, mas “não são suficientes” porque “precisamos da azul e da verde”. “E precisamos para amanhã”, rematou. No encontro com os jornalistas, os responsáveis da Digi não avançaram com os investimentos que a operadora está a fazer em Portugal, referindo que isso não é importante para os clientes, remetendo para um momento posterior mais dados sobre o tema. Em 2025, a Digi Portugal ultrapassou os 4.600 sites equipados com tecnologia 4G, dos quais cerca de 2.600 já têm cobertura 5G. Para este ano está prevista a implementação de mais 500 sites e, em paralelo, a cobertura em espaços interiores será reforçada através da instalação de sistemas dedicados. A Digi conta com 55 pontos de venda em todo o país, com um total de “mais de 1.500 funcionários” da operadora. No final de setembro, a Digi tinha 813 mil serviços ativos, incluindo 443 mil números móveis e 150 mil clientes de fibra, dos quais 128 mil com serviço de televisão incluído”. A Digi está presente na Roménia, Espanha, Itália e Bélgica, além de Portugal. Leia Também: De trabalhadores a pensionistas… “Processo é agora digital”
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