advertisemen tViver nas cidades africanas está a tornar-se progressivamente mais caro no início de 2026. Dos produtos alimentares aos transportes, os custos diários continuam a subir mais rapidamente do que os salários, pressionando os orçamentos familiares e tornando a vida urbana cada vez mais difícil. De acordo com os dados mais recentes da Numbeo, plataforma global que acompanha os preços em cidades de todo o mundo, várias cidades africanas registam níveis elevados de custo de vida, medidos através de um índice comparativo expresso em pontos. Este índice de custo de vida, calculado em pontos e não em percentagens, baseia-se em factores como alimentação, restauração, transportes e serviços públicos, excluindo despesas com habitação, como rendas ou hipotecas, permitindo comparar o custo da vida quotidiana entre cidades. Abidjan, na Costa do Marfim, lidera o ranking africano, com um índice de custo de vida de 45,7 pontos. A cidade apresenta ainda um índice de aluguer de 21,4 pontos e um índice combinado de custo de vida mais aluguer de 34,6 pontos. Os preços dos alimentos naquela cidade situam-se em 43,1 pontos e os dos restaurantes em 40,9 pontos, enquanto o poder de compra local é de apenas 12,5 pontos, reflectindo o impacto do crescimento comercial no custo diário suportado pelos residentes. Adis Abeba, na Etiópia, surge em segundo lugar, com um índice de custo de vida de 42,7 pontos. Os alimentos estão entre os mais caros do continente, com 46 pontos, enquanto o poder de compra local se fixa em 11,4 pontos. Na África do Sul, Pretória ocupa a terceira posição, com um índice de custo de vida de 41,9 pontos. Apesar de um índice de aluguer relativamente baixo, de 12,8 pontos, os custos com alimentação e restauração mantêm-se elevados. Custo de vida nas cidades africanas aumentou no início de 2026 Joanesburgo aparece logo a seguir, com um índice de custo de vida de 40,9 pontos. A cidade destaca-se pelo poder de compra local mais elevado entre as dez primeiras, com 112,4 pontos, embora a desigualdade continue a afectar muitas famílias. Ainda na África do Sul, a Cidade do Cabo regista um índice de custo de vida de 40,4 pontos. O índice de aluguer, de 20,8 pontos, contribui para tornar o estilo de vida urbano cada vez menos acessível para os trabalhadores locais. Harare, no Zimbabué, apresenta um índice de custo de vida de 38,7 pontos, com um poder de compra local de apenas 29,8 pontos, reflectindo a prolongada tensão económica e as dificuldades enfrentadas pelas famílias. Windhoek, na Namíbia, e Acra, no Gana, seguem no ranking, com índices de custo de vida de 37,7 e 36,8 pontos, respectivamente, ambas pressionadas por elevados custos alimentares e desafios no poder de compra. Tânger, em Marrocos, e Durban, na África do Sul, encerram o top 10, com índices de custo de vida de 36,5 e 35,6 pontos, mostrando que o crescimento urbano e económico continua a influenciar o custo da vida quotidiana nas cidades africanas. Fonte: Business Insider Africa

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