O primeiro-ministro já reagiu ao arquivamento do processo de averiguação preventiva à Spinumviva por parte da Procuradoria-Geral da República. Luís Montenegro considera que o fim do processo demonstra que nunca foi “avençado por ninguém” desde que assumiu a presidência do PSD e afirma mesmo que o “Ministério Público, coadjuvado pela Polícia Judiciária, promoveu uma autêntica averiguação preventiva que foi, na prática, um autêntico inquérito criminal”. “A verdade é que as autoridades decidiram fazer uma investigação profunda da minha vida profissional e patrimonial, e também da minha família, bem como sobre a conformidade das minhas funções de primeiro-ministro”, afirmou Montenegro, considerando que, “em certo sentido, foi-se mais longe do que o normalmente admissível num inquérito, uma vez que os visados ​​aceitaram uma inversão total do ônus da prova”. O primeiro-ministro aproveitou ainda para deixar um recado à comunicação social, que acusa de subverter as regras, apontando mesmo para a “utilização de expedientes e muitas vezes conluios para exibir histórias mal contadas”. “Não são as capas dos jornais nem os despachos de abertura de inquéritos por denúncias infundadas, quase sempre anónimas, que conduzem a política e a democracia”, exclama, afirmando ainda que “quem conduz a política é o povo e são aqueles que o povo escolhe como seus legítimos representantes”. (Notícia em atualização)

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