advertisemen tInstituições cabo-verdianas querem reforçar o financiamento, inovação e capacidade das organizações sociais através de um evento que vão realizar entre sexta-feira e sábado (5 e 6 de Dezembro), juntando especialistas nacionais e internacionais para debaterem soluções práticas para os principais desafios do sector. De acordo com a Lusa, a Kummunidadi Summit “surge como proposta de solução às maiores dificuldades de procura de financiamento e de estruturação das organizações da sociedade civil, procurando promover também responsabilidade social e impacto comunitário”, anunciou a Social Development Hub (SDH), que organiza a iniciativa em parceria com a Central Única das Favelas em Cabo Verde (Cufa) e o Business Incubation Center (BIC). A primeira edição do evento resulta do estudo e mapeamento da sociedade civil, financiado pela União Europeia (UE), que identificou fragilidades estruturais no sector — desde dificuldades de financiamento à falta de mecanismos de prestação de contas e recursos humanos limitados. O encontro vai abordar estratégias de formação, promoção de inovação e oportunidades de investimento social, dirigidas a organizações da sociedade civil, empresas, instituições governamentais, universidades, financiadores, jovens empreendedores e cidadãos interessados ​​na transformação social. “Ao investir na capacitação e ligação destes novos líderes, estamos a construir um futuro mais próspero e equitativo para Cabo Verde, com soluções sociais mais resilientes e eficazes, fortalecendo o ecossistema social”, acrescentou a organização. O Kumunidadi Summit será também palco do lançamento de um guia de oportunidades para as organizações da sociedade civil, preparado pela delegação da UE em Cabo Verde e pela empresa social WeCare. Ao longo do evento, serão apresentadas diversas oportunidades de candidaturas a financiamento, visando a sustentabilidade de projectos sociais que respondam às necessidades do país. A organização Social Development Hub lançou, em Novembro, uma plataforma gratuita de formação para fortalecer a governação e a profissionalização das associações da sociedade civil, numa resposta às fragilidades estruturais que limitam o acesso ao financiamento.

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