O Ministério das Pescas e Recursos Marinhos de Angola prevê que a produção nacional de pescado atinja, em 2026, um total de 820 mil toneladas, reforçando a meta de aumento da oferta e melhoria da gestão sustentável dos recursos marinhos. Segundo as projecções, a aquicultura e a pesca extractiva serão os pilares deste crescimento. De acordo com as estimativas avançadas pelo sector, a aquicultura deverá representar 520 mil toneladas, assumindo-se como a principal fonte de expansão da produção. O reforço das capacidades de produção e a diversificação das espécies cultivadas são factores determinantes para alcançar este resultado. A pesca extractiva deverá contribuir com 300 mil toneladas, mantendo o seu papel relevante no abastecimento interno e no equilíbrio da cadeia de valor do pescado. As autoridades do sector sublinharam que haverá um esforço contínuo de controlo e gestão dos recursos.advertisement A previsão global de 820 mil toneladas reflecte a aposta em estratégias que combinam sustentabilidade com eficiência produtiva. Para o sector, este crescimento deverá garantir maior disponibilidade de pescado e reduzir desequilíbrios no abastecimento, beneficiando consumidores e operadores económicos. A aquicultura, responsável pela maior fatia da produção prevista, continua a ser apresentada como um campo de forte potencial económico. A expansão da actividade tem permitido melhorar a resposta à procura, sobretudo nas zonas costeiras, reforçando a importância do sector. Por sua vez, a pesca extractiva mantém-se essencial na captura de espécies tradicionais, contribuindo para a segurança alimentar das comunidades e para o reforço da economia local. O sector considera que a meta de 820 mil toneladas é realista e alcançável, sustentando um crescimento equilibrado. Com estas projecções, o Ministério reforça que 2026 poderá marcar um ano de avanço significativo para as pescas. Os impactos positivos esperam-se no consumo interno, no rendimento dos operadores e no desenvolvimento das actividades ligadas ao mar, consolidando o sector como motor de crescimento económico. Fonte: Jornal de Angola
Painel