advertisemen tO ministro das Finanças sul-africano, Enoch Godongwana, apelou ao sector privado sul-africano para que liberte os vastos volumes de capital que se encontram actualmente retidos nos balanços e ajude a dinamizar o crescimento económico, argumentando que o país não pode depender apenas do sector público. Godongwana referia-se a um artigo publicado no BusinessLIVE em Outubro, segundo o qual as empresas na África do Sul detêm um recorde de 105,6 mil milhões de dólares em numerário, acima dos 64,5 mil milhões de dólares registados em 2019. “O sector privado afirma que não investe no nosso país “devido à instabilidade política e económica”, mas nós estamos constantemente a evidenciar esforços e a criar soluções para estes problemas”, afirmou. Embora o dirigente tenha minimizado a incerteza política, foi mais franco quanto ao crime no país. “Se se referem ao crime – sim, isso é preocupante”, admitiu. Noutra abordagem, o ministro reiterou o apelo para uma colaboração mais forte entre os sectores público e privado para estimular o crescimento e criar emprego. “O nosso foco, como sul-africanos, deve ser o modo como fazemos crescer esta economia. Isso exige não apenas o sector público, mas também o sector privado. O que temos feito, ainda que modestamente, é atrair investimento privado para a infra-estrutura pública, e, ao fazê-lo, esperamos que eles invistam igualmente noutras áreas”, acrescentou. Godongwana focou-se igualmente no anúncio feito na quarta-feira (12) de que a meta de inflação da África do Sul foi oficialmente reduzida para 3%. Na declaração de política, o Tesouro Nacional advertiu que, a curto prazo, a meta inferior poderá conduzir a um crescimento nominal do Produto Interno Bruto (PIB) mais baixo, mas que os benefícios superam o custo no curto prazo. Uma meta mais baixa conduzirá, com o tempo, a taxas de juro permanentemente mais baixas, o que apoiará o consumo das famílias e o investimento, impulsionando assim o crescimento económico e a criação de emprego. Fonte: MoneyWeb
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