O BPI anunciou esta sexta-feira que já excede os requisitos mínimos prudenciais aplicáveis ​​em 2026, depois de ter sido notificado pelo Banco Central Europeu (BCE) sobre esta questão, segundo um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). “O Banco BPI informa ter sido notificado pelo Banco Central Europeu da decisão sobre os requisitos mínimos de capital prudencial e rácio de alavancagem para 2026, na sequência dos resultados do ‘Supervisory Review and Evaluation Process’ (SREP)”, lê-se na mesma nota. De acordo com a comunicação recebida, o requisito de capital Pilar 2 para o BPI mantém-se em 2%, indicou, lembrando que o Banco de Portugal fixou “a percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios em 0,75% do montante total das exposições em risco em Portugal, a cumprir a partir de 01 de janeiro de 2026, o que conduzirá a um aumento dos requisitos mínimos de capital face aos que estão atualmente em vigor”. Assim, a partir de 01 de janeiro de 2026, o BPI “deve cumprir os requisitos mínimos prudenciais de 10,1% para o rácio de capital Common Equity Tier 1 (CET1), 12,0% para o rácio de capital Tier 1, 14,5% para o rácio de fundos próprios totais”. De acordo com o banco, “manteve-se também inalterado o requisito de Pilar 1 de 3% para o rácio de alavancagem”. Tendo em conta estes valores, em setembro deste ano “o BPI excedia os requisitos mínimos aplicáveis ​​a partir de janeiro 2026”, rematou.

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