a d v e r t i s e m e n tO Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou uma subvenção de 6 milhões de dólares para apoiar a Capacidade Africana de Risco (ARC) no reforço da preparação para catástrofes e no financiamento do risco em todo o continente durante o período 2025-26.
De acordo com um comunicado divulgado pelo BAD, o montante, aprovado nesta quarta-feira, 29 de Outubro, e concedido por meio da Iniciativa Africana de Financiamento de Riscos de Desastres (ADRiFi), “ajudará a ARC a manter os seus serviços essenciais de capacitação e financiamento de riscos de desastres para os países membros regionais do Banco”.
A subvenção tem por objectivo ajudar os Governos africanos a passar de uma resposta reactiva a desastres para uma preparação proactiva. “Fortalecerá a capacitação técnica e operacional das instituições nacionais em gestão de riscos de desastres, incluindo avaliação de riscos baseada em evidência, sistemas de alerta precoce e formação para decisores políticos e especialistas técnicos”, lê-se no documento.
Um dos principais componentes-chave do projecto será o aprimoramento da capacidade dos países de planear e alocar recursos para emergências de forma mais eficiente e o desenvolvimento de estruturas institucionais mais sólidas para coordenar respostas rápidas e eficazes a desastres naturais.
“A ARC trabalhará para expandir a participação dos países no seu fundo comum de seguro soberano, através de um maior envolvimento e da oferta de novos produtos de seguro contra riscos climáticos aos seus Estados-membros”, acrescenta. As actividades planeadas incluem a promoção de alto nível para a ratificação do Tratado da ARC, a finalização dos seus programas de trabalho com os países participantes e a facilitação do apoio aos prémios de seguro.
O documento aponta ainda que a implementação abrangerá todos os Estados-membros da ARC, com foco nas regiões mais expostas a secas, inundações, ciclones tropicais e epidemias. Os beneficiários incluirão decisores políticos, grupos de trabalho técnicos e funcionários públicos, que receberão assistência específica na quantificação do risco de catástrofes, planeamento de contingência, financiamento de riscos, inclusão das mulheres e monitorização e avaliação.
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