A Electricidade de Moçambique (EDM), empresa pública responsável pela produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica no País, lançou esta quarta-feira (29), em Maputo, o aplicativo móvel e-EDM e o seu canal oficial no WhatsApp. As duas plataformas vão permitir que mais de 3 milhões de clientes adquiram energia eléctrica e acedam a informações sobre a empresa de forma rápida e segura.

Com uma base de 3,8 milhões de clientes, dos quais 90% usam o sistema pré-pago Credelec, a EDM marca mais um passo importante na modernização dos seus serviços. A iniciativa responde às tendências globais de digitalização e aproxima ainda mais a empresa dos consumidores.

“O aplicativo de tecnologia avançada vai permitir ao cliente adquirir energia através da carteira móvel, visualizar os seus dados, reduzir custos de deslocação e facilitar o atendimento”, explicou Joaquim Ou-Chim, presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa.a d v e r t i s e m e n t

Segundo o responsável, o canal oficial no WhatsApp surge como uma nova via de comunicação e interacção com os clientes e parceiros. A plataforma garante respostas mais rápidas e uma maior conectividade, reforçando a proximidade com os consumidores.

“Através do canal oficial da EDM no WhatsApp, pretendemos fortalecer a ligação com os nossos clientes e parceiros, promovendo uma comunicação mais próxima e eficiente”, acrescentou Joaquim Ou-Chim.

A empresa, que realiza em média 1500 novas ligações por dia, acredita que estas inovações vão melhorar significativamente a experiência do consumidor. O processo de aquisição de energia torna-se assim mais ágil, acessível e centrado nas necessidades do cliente.

“Com o e-EDM e o canal do WhatsApp, reforçamos o nosso compromisso de oferecer um serviço moderno, eficiente e centrado no cliente, acompanhando o ritmo da transformação digital que o País vive”, concluiu o PCA da EDM.

Com estas plataformas digitais, a empresa reafirma o seu compromisso em investir em soluções tecnológicas que promovam a inclusão e o acesso à energia.

Fonte: Jornal O Paísa d v e r t i s e m e n t

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