Com o azeite a ser um dos destaques na subida de preço, o cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais aumentou na última semana analisada, de 15 a 22 de outubro. De acordo com a DECO PROTeste, o preço do cabaz aumentou 48 cêntimos (mais 0,20%) no período em causa, custando agora agora 242,24 euros. “No início deste ano, custava menos 6,07 euros (menos 2,57%). Já há quase quatro anos, a 5 de janeiro de 2022, era possível comprar os mesmos produtos por menos 54,54 euros (menos 29,06 por cento)”, detalham os especialistas, na análise publicada no site. O que aumentou (nos últimos dias e ano) Para além da análise ao cabaz de bens essenciais num todo, são também analisados ​​os produtos que mais encareceram nos últimos sete dias, dando a associação para a defesa do consumidor destaque ao azeite, que voltou a esta lista, depois de três semanas consecutivas a custar menos de 7 euros. “A 22 de outubro, uma garrafa de 75 centilitros de azeite custava 7,17 euros, mais 52 cêntimos (mais 8%) do que uma semana antes. Esta é a primeira vez, depois de 12 semanas consecutivas, que o preço do azeite virgem extra volta a estar acima dos 7 euros. Na primeira semana deste ano, custava 9,52 euros, mas desde abril tem estado quase sempre abaixo dos 7 euros”, detalham os especialistas. Mas para além do azeite, há ainda outros alimentos que encareceram. Segundo a análise feita, os cereais integrais são o produto que ficou mais caro, aumentando 15%. Segue-se o queijo flamengo fatiado com um aumento de 13% e o carapau, com um aumento de 9%. Já na lista de produtos que ficaram mais caros desde o início do ano existem diferenças. De acordo com a análise, foram os brócolos que mais aumentaram entre desde 1 de janeiro, em 34%. Depois, foram os ovos o produto que mais aumentou (32%), seguido da laranja (24%). Leia Também: Sabia que desperdiça 184kg de comida por ano? Sim, leu bem. Como evitá-lo

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