“Não podemos continuar a aumentar o número de trabalhadores, se continuarmos a aumentar os trabalhadores na Administração Pública não vamos ter melhores serviços”, considerou o ministro, na audição no parlamento no âmbito da proposta de Orçamento do Estado para 2026. Miranda Sarmento apontou que os funcionários aumentaram em 100 mil e os serviços públicos não ficaram melhores, pelo que “insistir nessa fórmula é um erro e um desperdício do dinheiro dos portugueses”. O ministro foi também questionado pelo PCP sobre os aumentos para os funcionários públicos, em dia de greve da Frente Comum, mas o ministro reiterou que estes aumentos não são uma proposta, mas sim um acordo. “Não propomos esses aumentos, em novembro do ano passado chegámos a acordo com duas das três estruturas para os aumentos salariais entre 2025 e 2028”, existindo assim um “acordo que vigora” e que o Governo “está a cumprir”. O ministro recordou também a “valorização de 19 carreiras que representam metade da Administração Pública”, apontando que já foram revistas as carreiras de trabalhadores como policias, professores, médicos e enfermeiros. Leia Também: “Usar saldo da Segurança Social para aumentos permanentes é um erro”

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