
Cerca das 09h20 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,11% para 573,81 pontos. As bolsas de Paris e Frankfurt baixavam 0,41% e 0,15%, respetivamente, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,12% e 0,14%. Londres era a exceção, já que subia 0,06%. A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura e o principal índice, o PSI, descia 0,53% para 8.309,06 pontos, depois de ter fechado num novo máximo desde fevereiro de 2011, de 8.340,83 pontos, em 16 de outubro. O departamento de estatísticas do trabalho dos EUA publica hoje o dado de inflação de setembro, depois de em agosto ter subido duas décimas, para 2,9%, devido à política tarifária da Casa Branca. Depois de a bolsa de Wall Street ter terminado na quinta-feira em alta devido à valorização dos títulos das tecnológicas, a esta hora, os futuros avançam subidas de 0,22% para o Dow Jones e de 0,45% para o Nasdaq. O Dow Jones terminou na quinta-feira a subir 0,31% para 46.734,61 pontos, contra o novo máximo desde que foi criado em 1896, de 46.924,74 pontos, verificado em 21 de outubro. O Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a avançar 0,89% para 22.941,80 pontos, contra o novo máximo de sempre de 23.043,38 em 08 de outubro. Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou a subir 1,39%, o de referência da bolsa de Xangai a registar ganhos de 0,71% e o da de Shenzhen de 1,97%. O Hang Seng da bolsa de Hong Kong subia 0,75% a poucos minutos do final da sessão. O Fundo Monetário Internacional (FMI) calcula que as economias da Ásia-Pacífico crescerão 4,5% em 2025, uma melhoria de 0,6 pontos percentuais em relação à previsão anterior, embora avise sobre o perigo do impacto das tarifas dos EUA e do aumento do protecionismo sobre as exportações da região. No caso da China, o FMI reviu em alta de oito décimas, para 4,8%, a previsão de crescimento para 2025. Num momento de tensão entre as duas maiores economias do mundo, está prevista uma reunião entre o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Enquanto isso, a China anunciou que ampliará o acesso ao mercado em setores sensíveis e não pedirá novos acordos preferenciais na Organização Mundial do Comércio (OMC). O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a descer 0,92% com a onça a ser negociada a 4.095,04 dólares, contra um novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro. Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a descer para 65,55 dólares, contra 65,99 dólares na quinta-feira. Na quinta-feira, o Brent subiu mais de 5% devido aos receios de uma escassez de fornecimento devido às sanções dos Estados Unidos contra as petrolíferas russas Rosneft y Lukoil. No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha recuavam para 2,573%, contra 2,582%, bem como os de França, para 3,375%, contra 3,381% na quinta-feira e o máximo de 3,600% em 25 de setembro. O euro avançava para 1,1610 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1607 dólares na quinta-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro. Leia Também: Bolsas europeias abrem estáveis atentas à subida do petróleo
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