Em comunicado enviado à Bolsa de Londres, o banco indicou que o lucro antes de impostos baixou cerca de 9% neste período, para 4.678 milhões de libras (5.379 milhões de euros), enquanto as receitas totais aumentaram em 6%, para 14.252 milhões de libras (16.389 milhões de euros). A quebra dos lucros correspondeu a uma provisão de 800 milhões de libras (920 milhões de euros) para compensar clientes por um escândalo sobre vendas fraudulentas no financiamento de automóveis. O rácio custo-benefício situou-se em finais de setembro em 59,7%, enquanto o índice de qualidade dos ativos foi de 0,18% e o de empréstimos sobre depósitos ficou em 96% naquele período. Quanto ao nível de solvência, o rácio de capital CET1 situou-se em 13,8%, igual ao anterior período comparativo. O conselheiro delegado do banco, Charlie Nunn, disse hoje que a instituição continua a ter “um bom desempenho”, demonstrando “um sólido rendimento financeiro”, a par de “avanços estratégicos”. “A sólida geração de capital foi apoiada pelo crescimento das receitas, a disciplina de custos e a sólida qualidade dos ativos nos primeiros nove meses de 2025, apesar do impacto do encargo adicional pelo financimento de veículos no terceiro trimestre. O nosso progresso estratégico, somado a estes resultados financeiros, dá-nos confiança no nosso rendimento para o ano e nas previsões para 2026”, acrescentou. Leia Também: Digitalização em Portugal terá contribuído para um aumento de 13% do PIB

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