advertisemen tA Galp anunciou nesta terça-feira (21) que mantém a sua previsão de fechar a venda de uma parte do seu negócio na Namíbia. “Até ao final do ano, esperamos ter um parceiro connosco”, informou Nuno Holbech Bastos, administrador da petrolífera, com o pelouro do sector do petróleo e gás. A companhia quer um parceiro que permita “acelerar” o desenvolvimento do bloco PEL-83, na Namíbia. “Queremos uma empresa que priorize os investimentos, que venha acelerar, que entre no bloco com visão técnica bastante similar”, acrescentou o gestor num encontro com jornalistas em Lisboa, Portugal. “Estamos à procura de um parceiro que seja uma ‘oil major’ que venha a operar o nosso bloco da Namíbia e que seja altamente robusto, com capacidade de execução, altamente reputado, com competências de liderar projectos e o mais importante de tudo: sentir o apetite do parceiro para acelerar o desenvolvimento em cima da mesa”, afirmou o gestor. “Existem conversas com vários potenciais aliados e estão avançadas, caso contrário, não estariamos à espera de ter uma parceria fechada até ao final do ano”, adiantou Bastos. A Galp é o operador da área com 80%, seguindo-se os parceiros locais NAMCOR e companhia energética Custos, com 10% cada e procura agora vender 40% a uma empresa que ficará também como operadora do bloco, isto é, a responsável pela extracção de petróleo. A companhia já tinha anunciado que encontrou o equivalente a 10 mil milhões de barris de petróleo. As ofertas não-vinculativas foram entregues até ao início de Julho deste ano e a Galp anunciou na altura que estava a negociar com empresas “credíveis” do sector petrolífero, com vista a procurar um “parceiro experiente”. A Galp fez saber ainda que, recentemente, foi dado o aval para arrancar a exploração no Brasil, concretamente na margem equatorial do norte do país. A multinacional considera esta oportunidade como “ tentadora”, acrescentando que continua “a olhar para várias oportunidades em várias geografias, mas o Brasil continua a ser um grande foco”, concluiu. Fonte: Jornal Económico

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