
Cerca das 09h25 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,17% para 572,35 pontos. As bolsas de Paris, Frankfurt e Milão baixavam 0,63%, 0,22% e 0,60%, respetivamente, enquanto Londres e Madrid valorizavam-se 0,67% e 0,34%. A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura e o principal índice, o PSI, subia 0,79% para 8.337,44 pontos, depois de ter fechado num novo máximo desde fevereiro de 2011, de 8.340,83 pontos, em 16 de outubro. Entre os dados mais destacados conhecidos até esta hora, estão a inflação homóloga do Reino Unido, que em setembro passado se manteve inalterada em 3,8%, continuando assim no nível mais alto desde janeiro do ano passado. Também no Reino Unido, o banco britânico Barclays informou que o lucro atribuído aos primeiros nove meses de 2025 foi de 4.980 milhões de libras (5.727 milhões de euros), mais 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na Itália, o Unicredit obteve um lucro de 8.746 milhões de euros nos nove primeiros meses do ano, mais 12,9% que no mesmo período de 2024. Em França destacam-se os resultados do grupo de luxo Hermès, que faturou 11.916 milhões de euros (13.834 milhões de dólares) até setembro, um aumento de 6,3% em dados absolutos e de 8,6% se abstrairmos das variações cambiais. Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou a cair 0,11%. Hoje foi divulgado que o Japão registou em setembro um défice comercial de 234.620 milhões de ienes (1.333 milhões de euros). Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai recuou 0,07%, o da de Shenzhen 0,62% e o Hang Seng de Hong Kong descia 1,02% pouco antes do final da sessão. Nos EUA, depois da bolsa em Wall Street ter fechado mista na terça-feira, os futuros avançam em leve alta de 0,13% para o Dow Jones e de 0,01% para o Nasdaq. O Dow Jones terminou na terça-feira a subir 0,47% para 46.924,74 pontos, um novo máximo desde que foi criado em 1896. O Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a recuar 0,16% para 22.953,67 pontos, contra o novo máximo de sempre de 23.043,38 em 08 de outubro. A atenção neste país está voltada para os resultados da fabricante de veículos elétricos Tesla, que divulgará hoje os resultados financeiros dos primeiros nove meses do ano, depois de registar um lucro líquido de 1.581 milhões de dólares no primeiro semestre de 2025, menos 39,4% que no mesmo período de 2024. O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a subir 0,89% com a onça a ser negociada a 4.142,57 dólares, depois de na terça-feira ter descido mais de 5,8% para 4.113,53 dólares na terça-feira e de um novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares em 20 de outubro. Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a subir para 62,33 dólares, contra 61,32 dólares na terça-feira. No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha avançavam para 2,552%, contra 2,551%, bem como os de França, para 3,348%, contra 3,341% na terça-feira e o máximo de 3,600% em 25 de setembro. O euro recuava para 1,1601 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1609 dólares na terça-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro. Leia Também: Bolsas europeias em alta à espera dos resultados empresariais e da inflação
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