
Em comunicado, a CIP disse que, “a carta apela para que Portugal defenda uma posição concertada entre os países do sul da União Europeia na cimeira do grupo MED9 – aliança que junta nove Estados-membros que fazem parte da região mediterrânica, do euro e do espaço Schengen – que decorre esta segunda-feira na Eslovénia”. O documento, “subscrito pelas confederações empresariais dos Estados-membros mediterrânicos”, apresenta um pedido para “um esforço conjunto para reforçar a competitividade, a coesão e a resiliência da economia europeia”. As organizações empresariais instam assim os respetivos governos a “avançarem com uma agenda económica mais ambiciosa”, que passa pela “conclusão do mercado único, na simplificação regulatória e na redução dos custos energéticos” – aspetos que os representantes dos empresários consideram decisivos para “salvaguardar a base industrial” europeia. “As confederações dos países do MED9 — Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia, Malta, Chipre, Eslovénia e Croácia — defendem a criação de uma estratégia comum do sul da Europa que permita ao bloco atuar com maior influência nas negociações europeias sobre competitividade e financiamento”, disse a CIP. As organizações apelam ainda a que sejam criadas “mais interligações energéticas na região do Mediterrâneo”. Leia Também: Empresas e trabalhadores independentes afetados isentos de contribuições à SS
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