Mário Centeno rejeita as críticas às as nomeações que fez na reta final do seu mandato enquanto Governador do Banco de Portugal: Rita Poiares que foi promovida a diretora-adjunta do Departamento de Estatística e Álvaro Novo, a quem renovou o contrato como chefe de gabinete. “As comissões de serviço são decididas pela administração. Não deixei nenhum chefe de gabinete ao meu sucessor”, garantiu, em respostas a perguntas do deputado social-democrata Alberto Fonseca. Sentado ao lado de Mário Centeno na sala onde a comissão decorre, Álvaro Novo ouviu em silêncio. Já sabe que não fica: Álvaro Santos Pereira anunciou que a sua chefe de gabinete será Filipa Santos. O antigo ministro das Finanças criticou ainda o parlamentar do PSD por se ter referido a Rita Poiares como “esposa de” Mourinho Félix, antigo secretário de Estado no Ministério das Finanças que liderou. “Tenho pena que não tenha dito o nome” ao qual se referia, atirou, rematando que Fonseca “revelou o pior da sociedade” na forma como colocou a questão. “A Rita Poiares tem uma carreira extraordinária e nunca ninguém a viu ao lado da pessoa que referiu”, continuou, defendendo que se trata de “uma técnica altamente qualificada do Banco de Portugal e que foi promovida pelos três últimos Governadores”. Em atualização

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