advertisemen tO Presidente da República (PR), Daniel Chapo, defendeu na sexta-feira (19), em Nova Iorque, um modelo de crescimento económico sustentável e inclusivo, que respeite o meio ambiente e valorize as comunidades locais, afirmando que este processo não deve “deixar ninguém para trás”. Durante a 22.ª Conferência Africana, realizada na Universidade de Colúmbia, Chapo afirmou que o desenvolvimento nacional deve ser um direito de todos os moçambicanos, e não um privilégio reservado a apenas alguns sectores da sociedade. “O Moçambique que queremos é um País que cresce de forma sustentável e inclusiva, um País onde o desenvolvimento, principalmente o desenvolvimento humano, não é privilégio de alguns, mas um direito de todos os moçambicanos”, declarou.advertisement O Presidente sublinhou que esse crescimento deve ter qualidade, respeitar o meio ambiente e promover a participação de todas as comunidades, contribuindo para uma sociedade mais equilibrada e justa. Daniel Chapo apontou dois pilares principais para alcançar esse objectivo: o reforço das infra-estruturas sociais e económicas, como estradas, portos, hospitais, escolas e energia, e o investimento no potencial humano da população. Destacou ainda o papel central da juventude e das mulheres, que representam a maioria da população moçambicana, referindo que constituem “o maior activo” do País e devem ser vistas como uma força impulsionadora do desenvolvimento. Segundo o chefe de Estado, essa força deve ser transformada em dinamismo económico, inovação e produtividade, através do aproveitamento das potencialidades de Moçambique e do continente africano no seu todo. O governate encerrou o seu discurso apelando ao investimento em África, lembrando que o continente, apesar dos seus recursos naturais e da juventude da sua população, continua a ser a região mais pobre do mundo – uma realidade que, segundo ele, precisa de mudar.advertisement
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