advertisemen tO Governo do Zimbabué anunciou a revisão em alta da previsão de crescimento económico para 2025, fixando-a em 6,6%. O anúncio foi feito pelo ministro das Finanças, Desenvolvimento Económico e Promoção do Investimento, Mthuli Ncube, na abertura da 4.ª edição da Conferência de Desenvolvimento Económico do país (Zedcon), realizada em Bulawayo, de 16 a 19 de Setembro. Segundo o governante, a sessão de abertura deveria ser presidida por pelo Presidente Emmerson Mnangagwa. Contudo, o chefe de Estado não pôde comparecer devido a compromissos urgentes. “Devido a outros assuntos urgentes, o Presidente pediu-me para abrir oficialmente a Zedcon, o que eu aceitei prontamente”, declarou Mthuli Ncube perante os delegados. Na sua intervenção, o ministro destacou que a revisão das previsões traduz uma melhoria das perspectivas económicas do país. “A economia deverá crescer 6,6%, repito, 6,6%”, afirmou, sublinhando a confiança do Executivo no desempenho da economia em 2025. A conferência, de carácter estratégico, foi organizada pelo Ministério das Finanças, Desenvolvimento Económico e Promoção do Investimento. Pela primeira vez, o encontro decorre em Bulawayo, reunindo diferentes participantes para discutir o futuro do desenvolvimento económico do Zimbabué. O tema da edição deste ano é “Políticas macroeconómicas e sectoriais para uma transformação económica abrangente”. A proposta visa articular quadros macroeconómicos sustentáveis com medidas específicas para sectores como a agricultura, a mineração e a indústria transformadora. De acordo com os organizadores, a reunião pretende criar consensos em torno de políticas capazes de acelerar a transformação estrutural da economia. A tónica está na adopção de soluções práticas que reforcem sectores estratégicos e assegurem um crescimento equilibrado. Espera-se que os resultados do encontro contribuam para moldar a agenda económica nacional. O objectivo é alinhar as decisões com a Visão 2030, que projecta para o Zimbabué o estatuto de rendimento médio-alto, assente no crescimento inclusivo, na criação de empregos e na redução da pobreza. Fonte: The Herald
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