O ritmo de crescimento do G20 acelerou para 0,9% no segundo trimestre, mais duas décimas do que no primeiro, graças essencialmente aos Estados Unidos, foi hoje anunciado.

Num comunicado hoje divulgado, com dados agregados dos países do G20, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) afirma que, apesar do reforço do ritmo de crescimento, a taxa de crescimento de 0,9% se mantém na faixa que tem sido constatada nos últimos trimestres.
A progressão dos Estados Unidos foi de 0,8% no segundo trimestre, depois de um recuo 0,1% entre janeiro e março, num contexto marcado pelos anúncios do Presidente norte-americano sobre as tarifas comerciais.
Também foi significativa a recuperação da Coreia do Sul (que passou de um contração de 0,2% no primeiro trimestre para um crescimento de 0,7% no segundo) e a aceleração da atividade na Turquia (de 0,7% para 1,6%), na África do Sul (de 0,1% para 0,8%) e na Arábia Saudita (de 1,1% para 1,7%).
A outra face da moeda do segundo trimestre foram países que estavam entre os mais suscetíveis de sofrer os efeitos das tarifas anunciadas por Trump: o Produto Interno Bruto (PIB) do Canadá caiu 0,4% entre abril e junho, depois de ter aumentado 0,5% entre janeiro e março, o da Alemanha caiu 0,3% (contra +0,3%) e o de Itália caiu 0,1% (contra +0,3%).
Outros membros do G20 experimentaram uma desaceleração notável, como o Brasil (cujo crescimento passou de 1,3% para 0,4%) ou o Reino Unido (de 0,7% para 0,3%).
A cadência de progressão foi igualmente um pouco mais lenta na Índia (de 2% para 1,7%) ou na China (de 1,2% para 1,1%).
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