advertisemen tO Presidente da República, Daniel Chapo, dirigiu-se este domingo (7) aos jovens do País, incentivando-os a “serem protagonistas” da construção da independência económica nacional. Falando durante a cerimónia de celebração dos Acordos de Lusaca, o chefe do Estado sublinhou que o desenvolvimento de Moçambique depende do somatório dos esforços individuais de cada cidadão. “Gostaríamos de reiterar o nosso convite desafiando cada um dos jovens da geração pós-independência para, juntos, embarcarmos na prestigiosa e honrosa missão de lutarmos para o lançamento dos alicerces para a independência económica do País”, declarou o Presidente da República, evocando o espírito da luta contra o colonialismo português, cuja conclusão foi selada com os Acordos de Lusaca, assinados a 7 de Setembro de 1974.Para Daniel chapo, a denominada “fórmula de Lusaca”, consagrada pelos combatentes da independência nacional, permanece válida como instrumento para enfrentar os desafios contemporâneos. O chefe do Estado destacou que esse modelo pode ser decisivo na erradicação de práticas como a corrupção, a burocracia, o nepotismo, o regionalismo, o tribalismo e o analfabetismo, factores que continuam a comprometer o progresso do País. Dirigindo-se directamente à juventude, o Presidente apelou ao redobrado empenho no cumprimento das suas responsabilidades nos diversos sectores da sociedade. “Se cada jovem moçambicano, onde estiver enquadrado, seja na função pública, no sector privado, na sociedade civil ou desenvolvendo actividades por conta própria, na comunicação social, redobrar o seu empenho e esforço para produzir o dobro do que já vem fazendo, o somatório individual será determinante para o desenvolvimento global da economia da querida pátria amada, Moçambique”, afirmou. Na mesma ocasião, Daniel Chapo defendeu que o 7 de Setembro deve ser encarado como um dia de reflexão, destinado à análise crítica do percurso histórico do País e à projecção de metas de curto, médio e longo prazos. O chefe do Estado encorajou os jovens a inspirarem-se no legado dos signatários dos Acordos de Lusaca, afirmando que “os protagonistas (dos Acordos) plantaram a semente da independência política, e a nós cabe a missão de regar e adubar esta semente para que produza a independência económica de Moçambique.” Fonte: Lusaa dvertisement

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