advertisemen tAs empresas sul-africanas reuniram-se em Joanesburgo para discutir o comércio com o Reino Unido, através de um acordo específico que visa fortalecer as relações comerciais entre os dois países. O encontro teve como foco o Acordo de Parceria Económica SACUM-UK, um pacto de comércio livre entre os países da África Austral e o Reino Unido, que facilita a circulação de bens e serviços entre as partes. Segundo uma publicação do SABC News, o Acordo de Parceria Económica SACUM-UK estabelece um regime de comércio livre, permitindo a independente circulação de bens e serviços entre os países signatários, incluindo a África do Sul, Botsuana, Lesoto e Moçambique. A reunião juntou empresas de sectores-chave, como o automóvel e o agrícola, que são fundamentais para a economia sul-africana e para a região. Este evento acontece num momento de mudanças no comércio global, em que novas tarifas e tensões geopolíticas estão a moldar as dinâmicas comerciais. As empresas sul-africanas foram encorajadas a explorar as oportunidades que o acordo oferece, especialmente em tempos de incerteza económica. O vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria da África do Sul, Neil Pollock, destacou: “Se olharmos para as nossas relações com o Reino Unido, vemos que são maduras, bem compreendidas e que as rotas comerciais funcionam muito bem”, sublinhando ainda o papel da África do Sul como um ponto de entrada para os negócios em África. Neil Pollock acrescentou: “O que muitas pessoas esquecem é a forma como a África do Sul está orientada para a governação. É por isso que acredito que muitos vêem o país como uma porta de entrada em África, devido à forma como fazemos negócios.” Para o responsável, a estabilidade política e o bom ambiente de negócios são essenciais para atrair investidores internacionais. A reunião em Joanesburgo sublinhou a importância do Acordo de Parceria Económica SACUM-UK como uma ferramenta estratégica para fortalecer o comércio entre a África do Sul e o Reino Unido, além de impulsionar as exportações da região para o mercado britânico. As empresas sul-africanas têm agora a oportunidade de se posicionar melhor nas novas dinâmicas comerciais globais.

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