a d v e r t i s e m e n tOs bancos sul-africanos tornaram-se mais hesitantes em conceder empréstimos, uma vez que a prenúncio de fenómenos meteorológicos extremos aumentou o risco de incumprimento, revelou um estudo do Banco de Suplente da África do Sul (SARB) nesta segunda-feira (18).
No documento, constata-se que o desenvolvimento do crédito desacelerou posteriormente a ocorrência de choques climáticos, uma vez que inundações e secas, muito uma vez que depois da introdução de um imposto sobre o carbono em 2019.
As conclusões estão em traço com as tendências globais observadas na Europa, nos Estados Unidos da América e no Brasil, onde os bancos estão a mourejar com o impacto financeiro das alterações climáticas e com os esforços regulatórios para reduzir as emissões de carbono.
A crise do crédito ocorre num momento em que as empresas precisam cada vez mais de financiamento para se adaptarem aos desafios relacionados com o clima, e mudar para uma economia de insignificante carbono.
“Isto pode atrasar o progresso na transição para uma economia de insignificante carbono e aumentar a exposição das empresas a futuras perturbações relacionadas com o clima”, observaram os autores no estudo.
A estudo abrangeu os maiores bancos da África do Sul, incluindo o Standard Bank, FirstRand, Absa, Nedbank e Capitec, muito uma vez que bancos estrangeiros que operam localmente, uma vez que o Citi, HSBC e Bank of China.
As instituições bancárias reduziram os empréstimos porque os choques climáticos aumentaram o risco de incumprimentos e diminuíram o valor das garantias, concluiu o estudo. Ao mesmo tempo, medidas uma vez que o imposto sobre o carbono pressionaram os lucros das empresas.
O relatório coincide com a presidência da África do Sul no Grupo dos 20 oriente ano, no qual o financiamento climatológico surgiu uma vez que um foco importante. As autoridades têm defendido um esteio internacional mais potente para ajudar os mercados emergentes a gerir os choques climáticos sem sufocar o desenvolvimento parcimonioso.
“Perceber um estabilidade diligente entre a supervisão prudencial e a licença de crédito adequado será fundamental para prometer que a resiliência climática e o desenvolvimento parcimonioso avancem em conjunto, particularmente em economias emergentes uma vez que a África do Sul”, concluiu o relatório.
Natividade: Reuters
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