Na sequência de uma recente mudança de política, a empresa Altona Rare Earths, cotada na bolsa de Londres, anunciou que o Governo dos Estados Unidos voltou a entrar em contacto com a empresa com vista a um verosímil base financeiro para o estudo de pré-viabilidade do projecto de terras raras de Monte Muambe, localizado no Setentrião do País, informou esta segunda-feira, 18 de Agosto, o portal de notícias Engineering News. Segundo a mineradora, foi submetida uma proposta formal à Sucursal de Negócio e Desenvolvimento dos Estados Unidos (USTDA), e a empresa espera avanços concretos nas próximas semanas. Oriente desenvolvimento está desempenado com a estratégia da Altona de prometer parcerias de longo prazo ao longo da calabouço de valor dos minerais críticos associados ao projecto Monte Muambe. A empresa afirmou que continuará a manter os accionistas informados à medida que as conversações progridem. O pregão surge num contexto em que o Departamento de Resguardo dos Estados Unidos (DoD) se comprometeu a investir 25,56 milénio milhões de meticais (400 milhões de dólares) através de um harmonia histórico público-privado com a MP Materials, uma empresa norte-americana de extracção de terras raras, com o objectivo de substanciar a calabouço de provimento interna de terras raras e reduzir a sujeição da China. De harmonia com o órgão, o DoD tornou-se o maior accionista da MP Materials, e a parceria inclui um contrato de fornecimento a longo prazo que estabelece um preço mínimo de 7029 meticais (110 dólares) por quilograma para óxidos de neodímio/praseodímio, o que demonstra o compromisso prático do Governo norte-americano com uma calabouço de provimento independente e sustentável para estes minerais. O desenvolvimento está desempenado com a estratégia da Altona de prometer parcerias de longo prazo ao longo da calabouço de valor dos minerais críticos associados ao projecto Monte Muambe “Saúdo o retomar do contacto com o Governo dos Estados Unidos, o que destaca a relevância estratégica de Monte Muambe no contexto global dos minerais críticos. Obter base de longo prazo de um parceiro deste nível não só validaria o potencial do nosso projecto, porquê também reforçaria a posição da Altona nas negociações com outras partes interessadas ao longo da calabouço de valor”, declarou o director executivo da Altona, Cedric Simonet. Novo programa de perfuração com início em Setembro Posteriormente uma captação de fundos anunciada a 15 de Agosto, a mineradora começou a mobilização de recursos para o início das perfurações destinadas à definição do recurso de fluorite em Monte Muambe, previstas para Setembro. O programa incluirá pelo menos dois milénio metros de perfuração, distribuídos por murado de 50 furos, e fornecerá amostras e dados necessários para a elaboração de uma estimativa de recursos minerais de fluorite harmonizável com os critérios JORC (Joint Ore Reserves Committee – Comité Conjunto de Reservas Minerais). A profundidade média planeada para os furos é de 45 metros, com um supremo de 70 metros, oferecido que os corpos mineralizados de fluorite afloram à superfície e permitem uma verosímil operação mineira a firmamento cândido de baixa profundidade. A empresa acrescenta que os testemunhos de perfuração fornecerão amostras representativas para os estudos metalúrgicos finais, que irão instituir os parâmetros da futura unidade de processamento, estratégias de mistura do minério e os principais elementos do projecto de lavra. “Saúdo o retomar do contacto com o Governo dos Estados Unidos, o que destaca a relevância estratégica de Monte Muambe no contexto global dos minerais críticos”, Cedric Simonet, director executivo da Altona A Altona informa ainda que a exploração de gálio decorrerá em paralelo com o programa de perfuração de fluorite, aproveitando as sinergias técnicas e logísticas entre as duas operações. Oriente duplo enfoque deverá reduzir custos e estugar o progresso tanto na definição de recursos porquê na avaliação do gálio. A equipa de exploração continuará também a verificar no terreno as anomalias de gálio previamente identificadas, com potencial para desvendar novas ocorrências de fluorite com teores elevados, dando seguimento aos resultados divulgados no início do ano. Segundo Cedric Simonet, as terras raras, o gálio e a fluorite são consideradas essenciais para os sectores da resguardo, do desenvolvimento tecnológico e da descarbonização energética, referindo ainda que Monte Muambe, pela sua geologia e variedade de minerais, tem condições para contribuir nestas três áreas. “A conjugação deste novo desenvolvimento com o base dos nossos investidores dá-nos um nível ressaltado de crédito para estugar os trabalhos em curso. Continuar simultaneamente com os projectos de terras raras, gálio e fluorite permitirá maximizar o valor para os accionistas e manter o alinhamento com as prioridades globais das cadeias de provimento”, concluiu.

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