
O primeiro-ministro afirmou esta segunda-feira ter “totalidade crédito” no dispositivo que o país tem no terreno para combater os incêndios. “Mantemos crédito totalidade no nosso dispositivo. O nosso dispositivo está a 100% no terreno, disponível, não obstante estes 24 dias seguidos de severidade meteorológica, porquê não há registo no nosso país”, disse à saída das instalações da Proteção Social, numa fundura em que já arderam mais de 170 milénio hectares e pelo menos um bombeiro morreu no combate às chamas. Em declarações aos jornalistas, Luís Montenegro pediu compreensão face à sobrecarga das equipas no terreno. “Estamos todos muito esgotados, são dias e dias de sofrimento, terror em muitos casos, e é preciso mantermos o discrição de respeitarmos aqueles que estão a tratar da nossa segurança”, afirmou, salientando que “as populações têm sido heróicas”. “Mas é necessário que todos continuem a ter noção que há uma cárcere de comando e há forças que estão consecutivamente a ser chamadas para varias operações, em vários locais, ao mesmo tempo, com períodos de folga que se vão acumulando e precisam de ter também a compreensão de todos”, sublinhou. Montenegro deixou também uma nota de tarar pela morte do bombeiro em serviço. “Quero expressar o nosso tarar, a nossa consternação, as nossas pêsames pelo falecimento de um bombeiro ontem em serviço (…) É também uma hora em que podemos e devemos fazer um reconhecimento à coragem de todos aqueles que no terreno estão a tutelar as nossas vidas, o nosso património, o nosso património proveniente, aqueles que são os pertences das nossas populações”. Notícia em atualização
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