a d v e r t i s e m e n tA Mando Portuária da Namíbia (Namport) cancelou um concurso de pré-qualificação para uma novidade base de fornecimento de petróleo e gás na cidade de Luderitz, poucos dias depois de o ter lançado e sem qualquer explicação, segundo revelou a sua página no Facebook na sexta-feira (15).
De entendimento com um item publicado pela Reuters, o cancelamento súbito é um golpe nos esforços do Governo para estugar o desenvolvimento do porto de Luderitz, o mais pequeno dos dois únicos comerciais do país da África Sul e um importante núcleo de serviços energéticos.
A Namíbia tem a avidez de entregar o primeiro petróleo até 2030, com Luderitz a ser nomeado porquê o núcleo de força do país. No entanto, a incerteza regulamentar, a falta de infra-estruturas essenciais e uma mão-de-obra não qualificada para o sector têm preocupado os investidores e os operadores.
A Namport lançou um concurso de pré-qualificação na terça-feira (12) para uma licença para projectar, erigir, possuir, operar e transferir (DBOOT) uma novidade base de fornecimento de petróleo e gás da Baía de Luderitz para concordar as campanhas de perfuração na Bacia de Orange.
“A Namport lamenta informar as partes interessadas de que o concurso para a licença DBOOT da base de fornecimento de petróleo e gás da Baía de Luderitz foi cancelado”, lê-se na página solene da Namport no Facebook.
O director-executivo do organização, Andrew Kanime, não atendeu às chamadas nem respondeu às mensagens para esclarecimentos.
O porto de Luderitz, localizado no extremo sul do vasto e estéril país, tem planos separados para estender a sua parede de cais em pelo menos 300 metros, numa tentativa de acomodar mais navios de esteio a plataformas que servem o crescente sector de petróleo e gás offshore.
Kanime declarou anteriormente à Reuters que as operações da TotalEnergies são apoiadas pelo porto de Luderitz, enquanto a Shell e a Galp são apoiadas por Walvis Bay, no Setentrião do país.
A capacidade de atracação do porto, que é fisicamente restringido, onde as cargas pesqueiras e mineiras disputam espaço, já estava perto da capacidade totalidade, segundo afirmou, no ano pretérito, o responsável.
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