A consultora internacional de aviação Knighthood Global anunciou ter concluído o contrato de três meses para reposicionamento da Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), mas admite estar em curso uma negociação para a sua extensão, informou a Lusa, nesta sexta-feira, 15 de Agosto. “A Knighthood Global concluiu o seu contrato de três meses com a LAM e entregou o relatório final do serviço à governo (…). Os accionistas estão a trabalhar numa extensão deste contrato, aguardando-se ansiosamente a sua desfecho em breve”, lê-se numa informação da consultora internacional de aviação. Em Maio, quando foi contratada pelos novos accionistas da LAM, a consultora assumiu que tinha três meses para “estabilizar e reposicionar” a companhia aérea estatal, em processo de regeneração, explicando ter sido “nomeada pelo Governo para ajudar a revitalizar” a transportadora e “o sector da aviação em universal do País”. “O foco nos primeiros três meses será estabilizar e reposicionar a LAM”, lê-se na nota, em que a consultora refere que irá trabalhar com os novos accionistas, as empresas públicas Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), as quais “têm um procuração para comprar as aeronaves apropriadas e restabelecer uma frota.” A consultora previa nessa informação, a “transformação” da LAM e o alinhamento da companhia “em torno de uma única estratégia” para resolver os problemas da transportadora. “Aliás, a conectividade certa apoiará o turismo em Moçambique e, principalmente, apoiará o desenvolvimento e o propagação de outros sectores importantes, incluindo a mineração, o petróleo e a lavradio”, acrescentava. A Knighthood Global chegou a lançar em Junho um concurso para contratar, representando a companhia, até cinco aeronaves Boeing 737-700 para a frota da LAM, desconhecendo-se qualquer desfecho do processo. A LAM anunciou em 12 de Agosto a compra da primeira avião nos últimos 18 anos, um Bombardier Q400, destacando nascente marco porquê a primeira prova “tangível” da novidade gestão, encarregada de restruturar a companhia estatal. “É a primeira avião que adquirimos, nos últimos 18 anos. E é a primeira de muitas outras que iremos introduzir e integrar na frota da LAM e fazer com que a nossa companhia aérea volte a ser o que deveria ser, o que precisa de ser e que será”, afirmou, em conferência de prelo, em Maputo, Dane Kondic, presidente da percentagem de gestão da companhia. A estatal enfrenta, há vários anos, problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos, com registo de alguns incidentes, não fatais, associados por especialistas à deficiente manutenção das aeronaves, estando agora num profundo processo de regeneração. Em média, a LAM tem agora um universo de 915 passageiros diários para destinos nacionais e regionais O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou, em Abril, que havia “raposas e corruptos” dentro da LAM, com “conflitos de interesse” que impediram a restruturação da companhia nos primeiros 100 dias de governação. A crise levou a companhia a deixar praticamente de realizar voos internacionais nascente ano, concentrando-se nas ligações internas, levando também a uma novidade governo em Maio e a novos accionistas, casos da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e a Empresa Moçambicana de Seguros (Emose). Entretanto, a LAM lançou também em 31 de Julho um concurso para o arrendamento de curta duração de cinco aeronaves. O Instituto de Gestão das Participações do Estado (Igepe) anunciou, a 13 de Maio, o isolamento da governo da LAM e a nomeação de uma percentagem de gestão presidida por Dane Kondic, de 60 anos, idoso director-executivo da Air Serbia e ex-presidente do Juízo de Gestão da portuguesa euroAtlantic. Em média, a LAM tem agora um universo de 915 passageiros diários para destinos nacionais e regionais.
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