a d v e r t i s e m e n tO Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, apelou nesta quarta-feira (13) para que a chuva esteja “no núcleo” das discussões climáticas e financeiras, na buraco da Cimeira Africana de Investimentos em Chuva, que decorre de 13 a 15 de Agosto na Cidade do Cabo.

Alertando para a premência do financiamento para o chegada e a gestão sustentável da chuva fazer segmento da agenda internacional, Ramaphosa destacou que a reunião, realizada no contextura da presidência sul-africana do Grupo dos 20 (G20), visa mobilizar pelo menos 30 milénio milhões de dólares anuais para colmatar o défice de investimento no sector hídrico africano até 2030.

Na mesma ocasião, o governante anunciou o lançamento do Recomendação de Perspectivas Globais sobre Investimentos em Chuva, uma iniciativa que ampliará o Programa Africano de Investimentos em Chuva (AIP, em inglês) para uma plataforma global.

Esta será co-presidida por líderes porquê o Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, e o co-fundador da Instalação Bill e Melinda Gates, Bill Gates.

“A chuva deve deixar de ser uma preocupação secundária nas discussões climáticas e financeiras”, sublinhou Ramaphosa, que apelou à premência de se transpor da cimeira com “acordos, projectos e um mecanismo global permanente” para manter o impulso no sector.

Porquê exemplo de investimento estratégico, Ramaphosa mencionou a segunda período da estação de purificação de Zuikerbosch, na província de Gauteng (noroeste da África do Sul), que fornecerá 600 milhões de litros adicionais de chuva por dia a quatro províncias sul-africanas.

Numa mensagem em vídeo, o ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, alertou que “nos próximos cinco anos, as alianças industriais e a inovação serão essenciais” para depreender os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desde a erradicação da pobreza até à feito climática.

Ban insistiu na “premência de abordagens melhoradas, integradas e sustentáveis para a gestão dos recursos hídricos” e salientou que os investimentos neste domínio “também podem contribuir para a adaptação e mitigação das alterações climáticas”.

“Para reduzir os desastres climáticos relacionados com a chuva, precisamos urgentemente de impulsionar iniciativas porquê o AIP em regiões vulneráveis porquê a Ásia e a América Latina”, concluiu o ex-secretário-geral da ONU.

O encontro reune durante três dias chefes de Estado, ministros, investidores e organismos internacionais com o objectivo de concordar uma enunciação para aumentar os investimentos e a responsabilização.

Outrossim, espera-se a apresentação de muro de 80 projectos provenientes de 38 países, facilitar acordos entre Governos e financiadores e encomiar a chuva aos níveis mais altos das agendas políticas e financeiras globais, incluindo o G20, a COP30 e a Conferência da ONU sobre a Chuva de 2026.

A cimeira é organizada pela África do Sul em conjunto com a União Africana (UA), em colaboração com a Sucursal de Desenvolvimento da União Africana (NEPAD, em inglês) e o Pintura Internacional de Cimalha Nível sobre Investimentos em Chuva para África da UA-AIP.

Natividade: Jornal Parcimonioso

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