
Continua a aumentar a expectativa pelo encontro entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, já nesta sexta-feira, 15 de agosto, e muito por culpa dos próprios protagonistas. Desta feita foi o líder russo a agitar as águas, deixando no ar a possibilidade de os dois países fazerem um concordância sobre armas nucleares.
Vladimir Putin estava a falar sobre a vontade mostrada pelos EUA em alcançarem um concordância de cessar-fogo na Ucrânia, quando sublinhou que “a geração de condições de sossego de longo prazo entre os nossos países, na Europa e no mundo porquê um todo” precisa de “um entendimento no controlo sobre armas ofensivas estratégicas”, cita a sucursal Reuters, dando a entender que Putin pretende abordar o tema das armas nucleares na reunião.
Os EUA e a Rússia são detentores dos maiores arsenais de armas nucleares do mundo e o último tratado entre os países sobre a limitação destes número de armas termina a 5 de fevereiro do próximo ano.
Vladimir Putin enalteceu ainda “os esforços sinceros e energéticos” dos EUA para completar com a guerra da Ucrânia, assim porquê a vontade mostrada por Donald Trump em “saber um concordância que é do interesse de todas as partes envolvidas neste conflito”.
Além do tema nuclear e da guerra na Ucrânia, em cima da mesa deverá estar também a cooperação mercantil entre os EUA a Rússia. Yuri Ushakov, mentor diplomático de Putin, afirmou que a reunião vai envolver “uma troca de pontos de vista para o desenvolvimento de uma cooperação bilateral, incluindo nas esferas mercantil e económica”.
As declarações de Vladimir Putin surgem no dia a seguir a uma reunião que juntou Donald Trump, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e vários líderes europeus, porquê forma de antecipar o encontro que vai percurso nesta sexta-feira no Alasca. Dessa reunião, saiu a peroração de todos os participantes de que só a Ucrânia pode negociar territórios com a Rússia. Em reação, Trump alertou Putin sobre “consequências muito graves” caso não haja cessar-fogo.
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