O Resultado Interno Bruto (PIB) do Reino Uno cresceu 0,3% entre abril e junho, quando comparado com igual período do ano pretérito. O valor é superior à estimativa de 0,1% feita pelo Banco de Inglaterra. A economia mostrou assim um comportamento mais robusto do que o esperado e naquele que se previa que fosse um trimestre difícil: foi o período no qual se fez sentir o aumento fiscal sobre salários depois uma decisão da chanceler britânica do Tesouro, Rachel Reeves, pela subida dos preços da robustez e também já por alguns efeitos das tarifas impostas pelos EUA. O propagação do PIB britânico tinha sido de 0,7% nos primeiros três meses do ano, o que significa que houve um abrandecimento no propagação. No entanto, importa sublinhar que o potente propagação registado no arranque de 2025 foi “inflacionado” pelas movimentações de várias empresas que decidiram enviar produtos em volume para os EUA para antecipar a ingressão em vigor das chamadas “tarifas recríprocas” americanas (e que no caso do Reino Uno foram fixadas em 10%). O Gabinete Vernáculo de Estatísticas do Reino Uno revela que o PIB baixou 0,1% em maio, mas foi compensado por uma subida de 0,4% em junho, graças ao propagação na superfície dos serviços, indútria e construção. “Com os custos empresariais a aumentarem, o mercado de trabalho a esfriar, as intenções de investimento a enfraquecerem e a crédito, em universal, em baixa, o Reino Uno caminha numa risco ténue entre a resiliência e a estagnação”, comentou Ben Jones, da Confederação Industrial do Reino Uno, citado pela Reuters, a propósito dos resultados económicos. Em julho, o Fundo Monetário Internacional estimou que a economia britânica deverá crescer 1,2% em 2025 e 1,4% em 2026, o que coloca o país a evoluir supra dos países da Zona Euro, mas inferior dos EUA e Canadá.

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