Os empresários dos Estados Unidos da América (EUA) têm uma lista que preocupações que se vai estendendo à medida que o tempo passa, mas uma recessão económica não parece fazer segmento desse conjunto. Mesmo com a correção dos dados do ofício a mostrar que a economia americana pode estar em terreno instável, os empresários afastam nascente cenário. De consonância com a Bloomberg, a América corporativa está mais preocupada com as tarifas, a inflação e a procura por segmento dos consumidores. A termo recessão ou contração foi mencionada menos de 300 vezes pelos executivos de empresas cotadas no S&P 500 nas chamadas com analistas sobre as resultados do segundo trimestre, o nível mais ordinário desde 2001. Os empresários mostravam-me receosos com a possibilidade de uma contração nos primeiros três meses do ano, depois de Donald Trump iniciar a impor tarifas a várias economias. O otimismo em relação a uma economia fixo está também a impactar as ações dos EUA, que estão a usufruir de uma subida nos últimos meses. A aumentar a crédito dos empresários e investidores está o facto da Suplente Federalista estar a sinalizar uma redução das taxas de lucro, de forma a desviar-se de uma recessão económica. O sentimento perante uma contração tem vindo a desabar e estima-se que a Suplente Federalista desça as taxas em até 100 pontos-base até meados do próximo ano.

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