a d v e r t i s e m e n tO Governo da África do Sul vai apresentar a Washington, nesta terça-feira (12), uma proposta revista para um combinação mercantil, segundo o ministro do Transacção, Parks Tau, numa tentativa de reduzir a tarifa de 30% que o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, impôs às exportações para o seu país na semana passada.
De combinação com a Reuters, o Governo da maior economia de África tentou durante meses negociar um combinação mercantil com os EUA, mas não conseguiu chegar a um consenso antes do prazo estabelecido por Trump.
As exportações sul-africanas para os EUA foram atingidas com a tarifa mais subida da África Subsaariana.
“O gabinete aprovou a apresentação, por secção da África do Sul, de uma proposta revista porquê base para as negociações com os EUA”, afirmou Parks Tau numa conferência de prensa. “A mesma deve ser revelada nesta terça-feira”, acrescentou.
“A novidade proposta responde de forma sumarento às questões levantadas pelos EUA no Relatório Vernáculo de Estimativas Comerciais de 2025”, declarou o ministro, salientando que a África do Sul abordou algumas questões sanitárias e fitossanitárias do documento, não fornecendo, todavia, mais detalhes sobre a proposta.
Por sua vez, o ministro da Cultura, John Steenhuisen, havia afirmado anteriormente que a equipa de Trump considerava que a oferta inicial da África do Sul para um combinação mercantil não era ambiciosa o suficiente.
Segundo Steenhuisen, que é também líder do segundo maior partido da coligação governamental, Confederação Democrática (DA), a novidade proposta era “ampla, generosa e ensejo (…) cumprindo os critérios de sede.”
“Se olharmos [para esta proposta] numa perspectiva mercantil e tarifária, penso que [a mesma] representa um pouco que seria bom para os EUA e também para a África do Sul”, anuiu.
Numa entrevista à Reuters nesta segunda-feira (11), o líder da DA afirmou que havia o risco das tarifas de 30% permanecerem, a menos que o Governo sul-africano alterasse algumas políticas raciais internas, porquê a gesto afirmativa, que Trump tem criticado.
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