Ásia em subida com encontro entre Trump e Putin na mira. Europa aponta para ganhos


As bolsas asiáticas subiram esta segunda-feira, em dia de feriado no Japão, numa fundura em que os lucros trimestrais das empresas de tecnologia do continente sustentam o otimismo vivido. Outrossim, o encontro entre os presidentes norte-americano e russo, marcado para esta semana, aumenta as esperanças dos investidores por um combinação de cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia. 


“Se um combinação for fechado, não vai somente sustentar o otimismo do mercado, mas também vai marcar esta semana porquê um ponto de inflexão histórico”, disse Hebe Chen, comentador da Vantage Markets, à Bloomberg.


Os países europeus estão a procurar negociar com Donald Trump antes da sua próxima reunião no Alasca. O Presidente dos EUA tinha ameaçado anteriormente com sanções os países, porquê a Índia, que comprem petróleo da Rússia, levando Putin a contactar telefónicamente Narendra Modi e outros líderes mundiais.


As praças japonesas estão encerradas devido a um feriado pátrio – Dia da Serra -, mas os futuros negoceiam perto do recorde de 42.426 pontos, nos 42.380 pontos. Na China, o Shanghai Composite avançou 0,30% para 3.645,87 pontos e o Hang Seng, de Hong Kong, valorizou muito ligeiramente para 24.859,15 pontos. 


O prazo de tarifas dos EUA sobre a China expiram esta terça-feira, 12 de agosto, mas há expectativas entre o mercado de que será estendido novamente. 


O Financial Times avançou ainda que as grandes tecnológicas, porquê a Nvidia e a AMD vão entregar à Lar Branca 15% das suas receitas com vendas de “chips” na China, sob um combinação para obter licenças de exportação para os semicondutores na China. 


Por cá, os futuros do Euro Stoxx 50 ganharam 0,1%. Os investidores vão estar sobretudo atentos aos dados do lado de lá do Atlântico desta terça-feira, com a divulgação do índice de preços no consumidor. Os analistas esperam que o impacto das tarifas ajude a impulsionar nascente medidor da inflação em 0,3% para um ritmo anual de 3%, distanciando-se da meta da Suplente Federalista (Fed) de 2%.


“O tom da Fed mudou, já que várias autoridades expressaram preocupações sobre o prolongamento da economia dos EUA posteriormente o relatório de trabalho de julho”, disse Bruce Kasman, do JPMorgan, à Reuters, acrescentando que espera um golpe de juros pelo banco mediano em setembro. Ainda não há certezas se o novo governador da Fed, Stephen Miran, fará segmento do grupo de votos nesse encontro. 

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