a d v e r t i s e m e n tNos últimos cinco anos, o Governo sul-africano não emitiu as licenças necessárias para que os caçadores levassem troféus (partes de animais) uma vez que elefantes, leopardos e rinocerontes negros para fora do país. Porquê resultado, vários safáris de caça – que podem custar até 350 milénio dólares – foram cancelados. A reclamação veio de um grupo que defende os interesses da indústria da caça.
De congraçamento com a Bloomberg, o sector perdeu até 126 milhões de dólares uma vez que resultado do impasse, com o país a ceder quota de mercado a concorrentes regionais, segundo Richard York, director-executivo da Wildlife Ranching South Africa – uma organização voluntária sem fins lucrativos que representa os interesses dos criadores de animais selvagens -, que está a travar uma guerra judicial para que as quotas sejam declaradas.
“Não temos conseguido oferecer oportunidades de caça para algumas de nossas espécies mais icónicas”, declarou York, sublinhando que nenhuma explicação foi dada para a lacuna na emissão das quotas, o que, considera, uma exigência permitido. “Os caçadores estão agora a recorrer a mercados alternativos com estruturas claras e legais. Isso faz com que pareçamos pouco profissionais e pouco confiáveis”, frisou o responsável.
O turismo de caça contribui com tapume de 2,4 milénio milhões de dólares para a economia anualmente, segundo um estudo da Universidade North-West da África do Sul.
A suspensão das quotas entra em conflito com a política defendida tanto pelo novo ministro do Envolvente, Dion George, uma vez que pela sua antecessora, Barbara Creecy, de promover uma utilização mais sustentável da biodiversidade e dos recursos naturais da África do Sul.
O Departamento do Envolvente defende a tomada de uma maior quantidade de músculos de caça para exportação e consumo sítio e afirmou anteriormente que pretendia promover mais caça recreativa e turismo. O número de animais selvagens aumentou desde que uma modificação permitido em 1993 concedeu aos proprietários de terras a propriedade dos animais nas suas propriedades, atribuindo-lhes efectivamente um valor monetário.
A instituição afirmou que “está a considerar a questão da emissão de quotas” e recusou-se a comentar mais quando contactada pela Bloomberg, alegando processos judiciais.
A Wildlife Ranching South Africa informou que o Supremo Tribunal decidiu, em 21 de Julho, que Dion Travers George, deveria entregar as declarações sobre uma vez que as quotas estão a ser revistas. Mas o Governo respondeu anteriormente que só entregará tais documentos depois de tomar uma decisão a saudação do tópico.
As autoridades provinciais podem enunciar licenças para caça, mas o valor que pode ser cobrado por elas é uma parcela do que é pago por caçadores dos Estados Unidos da América (EUA) e de outros lugares que querem levar os seus troféus – sejam presas de elefante ou cabeças de leopardo empalhadas – para vivenda.
A Convenção das Nações Unidas sobre o Negócio Internacional de Espécies Ameaçadas de Extinção concedeu à África do Sul o recta de permitir a caça de até 150 elefantes por ano, 150 leopardos machos e até 0,5% da população pátrio de rinocerontes negros ou tapume de dez animais.
A caça ao rinoceronte preto pode custar até 350 milénio dólares por bicho, segundo Richard York. Os elefantes são mais baratos, custando entre 75 milénio e 100 milénio dólares, enquanto a caça ao leopardo custa até 40 milénio dólares. “A privação dessas quotas tem sido devastadora”, anuiu o responsável.
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