A Menzies admite preocupação com os serviços mínimos decretados para a greve deste termo de semana, a suceder entre sexta e segunda-feira, 8 a 11 de agosto. Segundo a empresa de “handling”, cuja última greve gerou transtornos no aeroporto de Lisboa, foram implementados planos de contingência. “Foram implementados planos de contingência robustos, alinhados com os serviços mínimos definidos pelo Recomendação Parcimonioso e Social, e com totalidade reverência pelos direitos dos trabalhadores. No entanto, manifestamos a nossa preocupação com o facto de os serviços mínimos definidos serem insuficientes, com impacto num período crítico para o turismo e para a economia pátrio”, afima um porta-voz da empresa de “handling”. Os trabalhadores antiga Groundforce, detida em 50,1% pela Menzies Aviation e em 49,9% pela TAP, estão em greve, pedindo melhores condições salariais. A empresa lamenta que “os sindicatos insistam em promover uma narrativa distorcida, baseada em alegações infundadas e demonstrem falta de disponibilidade para um diálogo justo e honesto”. Perante as várias acusações das comissões de trabalhadores do serviço de “handling”, a Menzies nega as alegações. Sobre o salário base estar inferior do salário mínimo pátrio, uma das maiores reivindicações dos trabalhadores desta empresa, a Menzies nega e afirma que “a retribuição ilíquida mensal para trabalhadores em funções operacionais a tempo completo integra todos as componentes fixas, atingindo o valor legítimo da remuneração mínima mensal garantida”, atualmente fixada em 870 euros em Portugal. A Menzies diz ainda que as horas noturnas são pagas conforme estão previstas no Convenção de Empresa, que está a “impor todos os aumentos salariais acordados no Memorando de Entendimento” e que os créditos laborais – que os trabalhadores dizem viver mais de 2,5 milhões de euros em demora – “foram pagos conforme previsto no projecto de insolvência e no Memorando de Entendimento”. Com uma das reivindicações a desabar sobre o facto dos subsídios estarem congelados há 17 anos, o porta-voz da empresa nega que assim o seja, sustentando que o subvenção de repasto subiu para 8,70 euros por dia de trabalho efetivo e que foi criado um subvenção de transporte de 30 euros mensais para os horários regulares e de 75 euros por mês para quem trabalha por turnos. Relativamente à implementação de um horário de trabalho assente em quatro dias de trabalho e dois de sota, a empresa garante que leste padrão “foi introduzido para promover o melhor estabilidade entre vida profissional e pessoal, tendo sido acordado com os sindicatos”, sendo que as horas consecutivas de trabalho sem pausa também foram reduzidas para cinco.

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