O Governo quer colocar a propriedade industrial no meio da estratégia pátrio de desenvolvimento poupado e tecnológico, reconhecendo o seu papel porquê “motor de inovação”, competitividade e incremento sustentável, anunciou esta quinta-feira, 7 de Agosto, a secretária de Estado da Indústria, Custódia Paunde. “Queremos um País onde o saber seja reconhecido porquê riqueza, onde inovar seja uma prática oriundo, onde as empresas, grandes ou pequenas, encontrem no sistema de propriedade intelectual um coligado para crescer, competir e invadir mercados”, disse Custódia Paunde, em Maputo, na franqueza do I Parecer Consultivo do Instituto da Propriedade Industrial (IPI), citada pela Lusa. Segundo o órgão, durante o evento, que reúne quadros governamentais, académicos e representantes do sector privado, a secretária de Estado defendeu a integração transversal da “propriedade intelectual” em todas as políticas públicas, desde a ensino à industrialização, porquê forma de variar a economia e gerar valor estendido localmente. A geração de um ecossistema de inovação robusto e colaborativo entre Estado, empresas e ateneu é vista porquê fundamental para compreender leste objectivo, com a governante a considerar que só com produtos protegidos e inovadores será provável competir no mercado continental alargado, evitando que o País se torne exclusivamente testemunha do processo. A urgência de alinhar o sistema pátrio de propriedade intelectual com a Zona de Negócio Livre Continental Africana será precisamente um dos temas do recomendação consultivo, que decorre até sexta-feira, 8 de Agosto. A secretária de Estado defendeu a integração transversal da “propriedade intelectual” em todas as políticas públicas, desde a ensino à industrialização, porquê forma de variar a economia e gerar valor estendido localmente. “A transformação do País não pode aterrar exclusivamente na exploração dos recursos naturais. Ela precisa, supra de tudo, de ser alimentada pela capacidade do nosso povo de gerar, harmonizar e inovar”, sublinhou Custódia Paunde, acrescentando que Moçambique não pode perder a oportunidade de liderar na valorização do capital intelectual africano. O Parecer Consultivo do IPI decorre sob o tema “Propriedade Industrial: Motor da Inovação, Competitividade Empresarial e Desenvolvimento Poupado”, e pretende determinar o desempenho institucional, propor reformas e solidar a governação da propriedade industrial em Moçambique. O País espera um incremento de 1,2% na produção industrial leste ano, para 146 milénio milhões de meticais (2,2 milénio milhões de dólares), impulsionada pelo sector metalúrgico, segundo dados oficiais. A Lusa conta, citando dados que só a indústria metalúrgica de base prevê um ligeiro incremento leste ano na produção, de 1,5%, para 41,4 milénio milhões de meticais (652,9 milhões de dólares), representando 28,4% do totalidade, seguida da indústria fomentar, com um aumento de 2%, para 40,2 milénio milhões de meticais (634,7 milhões de dólares), e do sector de bebidas, com mais 1%, para 23,6 milénio milhões de meticais (371,7 milhões de dólares).
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