A sociedade gestora de participações sociais Visabeira Indústria SGPS anunciou, nesta quarta-feira (6), o lançamento de uma oferta pública universal e obrigatória de obtenção (OPA) da totalidade das acções representativas do capital social da Martifer SGPS (sociedade que actua no sector da construção metálica e desenvolvimento de projectos renováveis), refere um transmitido à Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de Portugal. A contrapartida oferecida pela Visabeira é “igual ou ligeiramente superior ao preço médio ponderado das acções perfeito em mercado regulamentado nos seis meses imediatamente anteriores à data da publicação deste Proclamação Preparatório (a saber, é de 2,057 euros por feito – arredondado para o cêntimo mais próximo para cada accionista, se necessário – ou de 2 euros por feito, dependendo se tais seis meses incluam ou não a presente data, de tratado com o entendimento da CMVM a leste saudação). O valor “será pago em verba, inferido de qualquer montante (bruto) que venha a ser atribuído a cada feito, porquê títulos de dividendos, adiantamentos sobre os lucros do treino ou de distribuição de reservas.” A enunciação esclarece que a contrapartida corresponde a 1,60 euros, “mais um montante igual ao dividendo distribuído pela empresa para o treino financeiro de 2025, considerando porquê lucro distribuído a secção do mesmo que não pode ser repartida devido a limitações contratuais decorrentes do financiamento bancário da sociedade.” Em Junho, a CMVM decidiu que a ingressão da Visabeira no capital da Martifer, comunicada em Outubro do ano pretérito, não estaria sujeita à obrigação de lançamento de uma OPA. Porém, a diferença das condições terá levado ao lançamento da OPA obrigatória.Em motivo estava a compra por secção do grupo de Viseu (Portugal) de 24% da Martifer à holding dos irmãos Martins, que detinha murado de 48% do capital. Em Outubro do ano pretérito, quando o negócio foi anunciado, a I’M SGPS, dos irmãos Carlos e Jorge Martins, indicou ter estabelecido um tratado parassocial com a Visabeira, mas a operação ficou condicionada a que nenhuma das partes incorresse no obrigação de lançamento de uma OPA obrigatória. Manadeira: Jornal de Negóciosa dvertisement

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