
O BPCE, que chegou a concórdia há murado de dois meses para a compra do Novo Banco, registou uma subida de 8% do resultado líquido para 1,8 milénio milhões no primeiro semestre, informou o grupo bancário francesismo em enviado na terça-feira. As receitas da atividade bancária aumentaram 11% em termos homólogos para 12,6 milénio milhões, enquanto a receita operacional bruta subiu 23%. No segundo trimestre, as receitas subiram 12% em termos homólogos para 6,3 milénio milhões, enquanto o resultado líquido atingiu os milénio milhões de euros, “graças a desempenhos muito robustos em todas as linhas de negócio”, refere o banco. O banco destaca também os “níveis muito elevados de solvibilidade e liquidez”, com o rácio CET1 a situar-se nos 16,3% no final de junho. No enviado, o banco destaca a compra do Novo Banco, anunciada a 13 de junho, por 6,4 milénio milhões. “A documentação lítico foi assinada a 1 de agosto de 2025 e a compra deverá estar finalizada no primeiro semestre de 2026”. Nicolas Namias, presidente do juízo de gestão do BPCE, destaca a assinatura da documentação lítico e que, “ao abrirmos o nosso segundo mercado doméstico em Portugal, continuamos a expansão da nossa pegada europeia”.
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